terça-feira, 14 de abril de 2015

NOVA CONSTITUIÇÃO - NOVO BRASIL
Para se ter um verdadeiro controle do dinheiro que o cidadão paga em impostos, as cidades devem transformar-se em cidades-países.
Pelo menos no que se refere à gestão das finanças e orçamentos.
Desse modo, tudo que se refere a arrecadação, até mesmo imposto de renda, que era atribuição dos estados e governo federal, passa a ser atribuição dos municípios.
Ao invés dos estados, e governo federal, repassarem a arrecadação, o repasse será feito de maneira inversa.
Será o município que repassará aos estados e ao governo federal.
Nesta inversão, a força será de baixo para cima, praticamente fechando as torneiras da corrupção.
Numa época em que a tecnologia está tão avançada, não se justifica mais o modelo antigo, principalmente em países de grandes extensões territoriais como o Brasil.
Onde os chefões dos três poderes se juntam para praticar atos não muito dignos.
Talvez, seja preciso de uma nova constituição para se estabelecerem regras e parâmetros.
Cada município estará inserido numa rede nacional de computadores, juntamente com os estados e governo federal.
Os municípios terão que apresentar balancete mensal com os dados da arrecadação.
Os governos estadual e federal terão plenos poderes para intervir nos municípios que descumprirem as regras, ou apresentarem problemas de corrupção.
Os habitantes das cidades terão acesso a toda movimentação financeira, assim como a imprensa local.
Estes serão os primeiros a desconfiar e denunciar se alguma coisa não estiver indo bem.
Amplos estudos devem ser feitos, para que, um município que tenha grandes fontes de arrecadação, e outro relativamente pobre, destinem os repasses de forma equilibrada e justa.
A equivalência deve ser bem estudada.


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