sábado, 17 de março de 2012



A Bíblia no desenvolvimento das nações.
A Bíblia no desenvolvimento das nações.
Antes mesmo de iniciar esta mensagem, devemos observar o seguinte:
Concílio de Nicéia, ano 325 depois de Cristo.
Como o império estava em decadência, o astuto Imperador Constantino resolveu reunir as várias segmentações cristãs numa única linha de força e poder.
Desse modo, ele pretendia fazer que o império voltasse a ser forte, poderoso.
Foi assim que nasceu a grande aliança entre “Império-Igreja”, que avançou pelos séculos afora!
Essa não foi uma aliança divina, mas sim uma aliança das trevas, que se alastrou por vários países!
Os servos de Jesus ganharam força diplomática e poder militar para intervir nos destinos de povos e nações.
Também ganharam poderes para intervir nas ciências e até no livre arbítrio individual com aquela expressão "crê ou morre”.
Esclarecido esse ponto, devemos seguir em frente com o tema do título.
Antes, e mesmo após Gutenberg, os livros bíblicos foram privilégio de poucas pessoas, principalmente dos chefes religiosos.
Religiosos que procuravam esconder os conhecimentos para poderem comandar grandes rebanhos.
Isso não foi um truque de apenas alguns séculos, mas de milhares de anos.
Desde a mais remota era, sempre existiram aqueles que procuravam ocultar os conhecimentos para poder explorar outros seres humanos.
Era e é comum que estes sonegadores das verdades, façam alianças com os poderes políticos, para poderem usufruir de privilégios e regalias.
Políticos que sempre souberam quanto é fácil governar povos adormecidos na ignorância.
Para a facilidade de governar, nada melhor do que entreter o povo com: festas populares, feriados festivos, campeonatos esportivos, comemorações.
Não seria melhor livrarmo-nos desse pessoal para que pudéssemos ser nós mesmos, donos dos nossos próprios narizes?
Podemos sim ser um Einstein ou um Jesus Cristo; os quais usavam as suas mentes para raciocinar sobre isso e sobre aquilo.
Esse modo de proceder possibilitou-lhes receber intuições para realizar, o que queriam.
As religiões podem adormecer os cérebros dos fiéis, ou acordá-los para a sabedoria e libertação.
Os maus profetas procuram aprisionar os fiéis.
Os bons profetas procuram lhes dar sabedorias e libertá-los das armadilhas do mundo.
Jesus foi o maior mártir da fúria desses sonegadores, assim como seus apóstolos e os primeiros cristãos.
Mas Jesus, o incomparável filho de Deus sabia que a guerra entre o bem e o mal estava apenas começando, e que a batalha final estava reservada para os tempos atuais.
Foi por isso que Ele disse:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.
Disse também que nos enviaria o Consolador, porque o povo não estava preparado para receber os conhecimentos que Ele tinha para passar.
Povo que estava apenas no ABC dos conhecimentos espirituais e bem longe dos conhecimentos científicos.
Basta vermos o evangelho de João, capítulo 16, versículos 8, 12, 13 e 14, caso haja dúvida a esse respeito.
E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.
Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir.
Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.
Podemos ver claramente como a sonegação destes conhecimentos afetou significativamente o desenvolvimento das nações.
Houve um guerreiro que lutou para que os conhecimentos bíblicos alcançassem as classes menos favorecidas.
Este movimento teve origem na Alemanha, início do século XVI, depois chegou à Inglaterra.
Países que tiveram mentes brilhantes e grandes desenvolvimentos tecnológicos, por causa dos raciocínios resultantes das leituras desse livro maravilhoso, principalmente o Novo Testamento.
A Alemanha não criou colônias, mas a Inglaterra, sim.
Principalmente por ser um país cem por cento cercado pelas águas, o que forçou seus habitantes a construírem embarcações e explorar os oceanos.
Todas as colônias inglesas tornaram-se países de causar a inveja de qualquer Espanha ou Portugal, países que foram mantidos nas rédeas da ignorância e por extensão, suas colônias.
Porém, não devemos confundir conhecimento com sabedoria.
Os conhecimentos são necessários e nos ajudam na compreensão das coisas, mas não superam a sabedoria que podemos receber através da intuição pura.
Os profetas e gênios foram antenas vivas dessa intuição pura.
O destino de todos nós é caminhar para a sabedoria total.
Sabedoria total e igual para todos, onde não mais haverá controladores e controlados.
Assim será o futuro da humanidade.


10 comentários:

  1. Tem trechos interessantes no texto. Mas alguns assuntos eu nunca escutei. Porém, essa do Eistein é realidade. Tem emoção no que você escreve.

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  2. É, somos conduzidos ao espetáculo da ignorância todos os dias, entretendo-nos com meros festejos vulgo populares. Será que algum dia a massa vai evoluir e perceber que estamos presos, seja em uma religião, ou um espírito de vida que nos conduz ao nada...
    Bem inteligente seu texto...

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  3. Tempos q nao passava aki.. muito bom o post!

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  4. Muito bom o texto!

    http://romariomarquess.blogspot.com.br/

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  5. na minha opinião estamos presos pela nossa
    própria ignorância porque muitas vezes temos
    chance de mudar e não mudamos.

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  6. Texto muito longo, mas muito sábio e Muito eficiente! Parabéns!

    Senhor dos Ventos

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  7. Ola, tudo bem?

    Pelo bom conteúdo deste Blog,
    você foi indicado em uma tag bem legal

    confere no lá no Blog
    'Mastigando uns tijolos'
    http://helenthaiis.blogspot.com.br/

    beijo

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  8. Algumas dessas histórias eu não conhecia, mas são bem interessantes. É um texto longo que serve de reflexão.
    Enfim, ótimo blog, já estou seguindo.
    Deixo aqui o link de meu blog caso queira retribuir a visita e me seguir também
    http://daquioitentaanos.blogspot.com.br

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